Por: Jornal Sul Brasil | 29/10/2020

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) recebeu a visita do presidente eleito para a gestão 2021/2023 da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Sérgio Rodrigues Alves. O objetivo do encontro foi alinhar as demandas de Chapecó e região. Participaram o presidente da ACIC Nelson Eiji Akimoto, o diretor executivo Fabio Luis Magro, o novo vice-presidente da Facisc (Oeste, representando Itá) Milvo Zancanaro, o diretor de agronegócio Vincenzo Mastrogiacomo, o diretor do Projeto Empreender Antonio Rebelatto e o ex-presidente da Facisc João Ernesto Reck.

Alves fez um roteiro de visitas às Associações Empresariais do Oeste para conhecer as necessidades da região e, a partir delas, compor o planejamento para a gestão que inicia no próximo ano. Além de Chapecó, esteve em Maravilha, São Miguel do Oeste, Pinhalzinho, Cunha Porã e Palmitos.

 De acordo com Akimoto, as principais demandas continuam sendo relacionadas à infraestrutura, como melhorias nas rodovias, no Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, na energia elétrica e na construção de ferrovias. “O Oeste foi a primeira região que o novo presidente da Facisc visitou após ser eleito. Isso demonstra que dará atenção aos nossos pleitos”, frisou, ao ressaltar que o associativismo precisa ser estimulado em Chapecó e com a atuação da Facisc próxima à Associação o trabalho é fortalecido. “É a Federação que nos representa em nível estadual, dando-nos mais força para as nossas demandas”. O presidente da ACIC também apresentou os trabalhos desenvolvidos pela entidade e o trabalho voluntário dos diretores.

O presidente Sérgio Alves destacou como será a sua atuação frente à Federação, focada em aproximação e gestão participativa, aberta ao diálogo e às boas práticas. “Vamos atuar em parceria com o nosso associado. Queremos aproveitar boas ideias e desenvolver ainda mais nosso Sistema. Vamos desenvolver o potencial de cada Associação, seja grande, média ou pequena”. Outro ponto levantado foi a importância de se levar a sensibilidade da classe empresarial ao setor público. “Os empresários sentem as dores e as entidades podem leva-las ao poder público em busca de soluções”.