Por: Quirino Ribeiro | 03/01/2020

Mesmo sob críticas os radares móveis voltam a ser utilizados, especialmente num momento de grande movimento nas estradas resultado do início das férias. Está de volta o uso de radar móvel pela Polícia Rodoviária Federal. A medida é resultado de decisão judicial que suspendeu ordem do presidente Jair Bolsonaro. O presidente considera a prática uma indústria de multas e tirou de cena esse modelo de fiscalização. Com a sentença, quem for viajar neste período neste verão, início de férias deve saber que os agentes estão de olho novamente.

NÃO É DE HOJE

O discurso em torno da indústria da multa. Os críticos da fiscalização consideram que não pode haver uso de ferramentas nos moldes de emboscada, isto é, sem que o usuário saiba que está sendo analisado por equipamentos que medem a velocidade. Os radares fixos são precedidos por placas avisando a existência de fiscalização eletrônica.

POR OUTRO LADO

Os adeptos da medida a consideram fundamental para evitar o cinismo das rodovias: o motorista passa pelos radares fixos como um anjo, mas, tão logo vence essa etapa, acelera de novo, sem avaliar as consequências quando ultrapassa os limites. Os equipamentos móveis já flagraram veículos acima dos 200 quilômetros, quando o máximo no Brasil é de 110 quilômetros, como na BR 101 e a maioria é de 80 km/hora.

HÁ MARGEM PARA A DISCUSSÃO

Mas é fundamental levar em conta os riscos que o excesso de velocidade provoca. Basta ver os números. O Brasil é um dos campeões de acidentes de trânsito, não apenas pelo excesso de velocidade, mas também por outros tipos de imprudência. Também pesa a leniência do próprio Governo – federal ou estadual – quando não zela pela qualidade das vias. Em boa parte, faltam áreas de escape, e a sinalização é precária. Sem contar os buracos.

AS CAMPANHAS PEDAGÓGICAS

Continuam sendo a melhor alternativa para combater a violência no trânsito, mas está claro que, a despeito de várias advertências, ainda há os que se consideram acima da lei sem medir os riscos da imprudência. Os radares são adequados, sobretudo em áreas críticas com maior incidência de acidentes.

O SEGREDO DE SANTA CATARINA

Um setor produtivo forte e focado no mercado externo. Com apenas 1,12% do território brasileiro somos referência internacional em sanidade e qualidade agropecuária – status que leva os produtos catarinenses aos mercados mais competitivos do mundo.

O COOPERATIVISMO DE SC

Obteve resultados positivos no ano de 2019 acima das expectativas. A avaliação é do presidente da Organização das Cooperativas do Estado, Luiz Vicente Suzin. O sistema cooperativista do Estado realmente iniciou 2019 não tão favorável para o agronegócio, mas depois foi acontecendo a melhoria do agronegócio, o setor de carnes, consequentemente, puxou também o preço dos cereais que isso é muito importante para o nosso produtor porque Santa Catarina a agricultura, apesar de ser um Estado pequeno, ainda representa muito.

O SISTEMA COOPERATIVISTA DO ESTADO

Fechar o ano passado acima da sua expectativa. Todas elas planejaram. Todas elas com resultado acima daquilo que foi almejado, muito importante para um sistema cooperativista que hoje se torna um exemplo para o nosso País, por ser um Estado pequeno. As nossas 260 cooperativas todas elas estão tendo sucesso nesse trabalho que o cooperativismo faz que é interessante para o crescimento do nosso Estado, mas para isso a gente sabe que temos um povo realmente que acredita, que aposta, por isso que Estado de SC cresceu.

O AGRONEGÓCIO

Em Santa Catarina representa muito para o nosso Estado e, principalmente, as cooperativas elas tem a força do cooperativismo que faz mover também o agronegócio no nosso Estado. Que seria hoje do Estado de Santa Catarina sem o cooperativismo forte que é. O cooperativismo é uma família. Que este ano de 2020 realmente seja um ano de crescimento.

“A Motivação faz você começar. O Hábito faz você continuar”. (Autor desconhecido)