Por: Quirino Ribeiro | 05/01/2021

Ninguém poderia imaginar que aconteceria uma pandemia mundial e que mudaria nossa rotina, economia, a saúde, e empregos. Não é exagero afirmar que 2020 foi um dos anos mais conturbados dos últimos tempos. Um ano atípico para todas as pessoas e marcado por extremas dificuldades, não só pela pandemia do coronavírus, mas pela desaceleração da economia que atingiu o mundo. 

TIVEMOS QUE ENFRENTAR 

Imensos desafios para nos adequarmos ao novo estilo de vida imposto pela ameaça permanente de um vírus que não se sabe a origem. As instituições passaram a funcionar remotamente, o comércio e a indústria praticamente pararam. 

ESPERAMOS QUE 2021

Seja de superação para todos, e não devemos desanimar. Vamos seguir, focados na luta, com a mesma a garra e disposição com a promessa de uma vacina já traz aquele sentimento de renovação e recomeço dando uma nova esperança, tão necessária para que se possa restabelecer normalidades e traçar objetivos.

SABEMOS QUE 2021 

Será um ano bastante desafiador para todos nós, e por isso, precisamos estar mais unidos do que nunca para vencermos a pandemia com a vacinação em massa da população que nos ajudará a não perder a esperança nem a fé de lutarmos por dias melhores. Vamos vencer a pandemia Apesar de 2020, a luta continua. ‘Se a vida te der um limão, faça com ele limonada’ é um dito popular que pode ser interpretado como ‘tire algo de bom de suas dificuldades’, ou seja, por pior que possa parecer uma situação, sempre haverá algo de útil que podemos aprender e utilizar para nossa evolução terrena.

ENFIM, AS FESTAS ACABARAM! 

Essa estabilidade que estamos vivendo foi uma surpresa. Acredito que o mercado tende a crescer mais conforme as coisas caminhem para o ritmo normal. Teremos a vacina ainda no primeiro trimestre ao que tudo indica e, eu acredito muito no crescimento do mercado, pós-Covid. Agora a questão de valorização da qualidade de vida está muito visível, e queremos começar o ano com o pé direito.

FUTEBOL MILAGROSO

O Palmeiras vai decidir a Copa Brasil com o Grêmio, de Porto Alegre. Com essa pandemia causada pelo novo coronavírus, todas as competições esportivas tinham sido suspensas. E mais recentemente a CBF decidiu dar sequência aos jogos da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro das séries A e B. Os clubes continuam sobrevivendo, já que parte de suas receitas era oriunda das arrecadações das partidas, agora sem torcida na arquibancada. 

E O MAIS INTERESSANTE SÃO OS PRÊMIOS

Em dinheiro anunciados pela CBF. No caso da Copa do Brasil, o campeão receberá R$ 54 milhões e o vice, R$ 22 milhões. Já no Brasileirão, o campeão ganha R$ 31,7 milhões e o vice tem garantido cheque de R$ 30 milhões. Imaginem que até os quatro que estão na faixa de rebaixamento também serão laureados com prêmios em dinheiro, que variam entre R$ 4,6 milhões e R$ 5,5 milhões. Isto demonstra o quanto o futebol movimenta para prêmios assim. Ou será que o Brasil ganhou o título de ‘Futebol Milagroso?

FUNDOS DE INVESTIMENTO PARA O SETOR AGROPECUÁRIO

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5191/20, do deputado Arnaldo Jardim (SP), que cria os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). O projeto ainda precisa ser analisado pelo Senado. O objetivo da proposta é criar instrumentos no mercado de capitais para financiar a produção agropecuária, em vez de se recorrer ao Tesouro.  A ideia, conforme ele é aproveitar instrumento que já existe, os fundos de investimentos imobiliários, (instituídos pela Lei 8.668/93), para captar recursos e fomentar o setor agropecuário.  O texto inclui os Fiagro nessa lei e possibilita que pequenos investidores, inclusive estrangeiros, invistam no setor sem serem proprietários de terra. 

DEPUTADO CHRISTINO ÁUREO (RJ), RELATOR DA MATÉRIA

Salienta que é conferido a esse tipo de investimento o mesmo tratamento tributário dado pela lei aos fundos imobiliários. Pelo texto aprovado, com emendas de Plenário, os rendimentos e ganhos de capital auferidos e distribuídos pelos Fiagro sujeitam-se à incidência do imposto sobre a renda na fonte, com alíquota de 20%. A mesma alíquota será aplicada aos ganhos de capital e rendimentos auferidos na alienação ou no resgate de cotas dos fundos.

CONFORME O TEXTO APROVADO,

Os Fiagro serão destinados à aplicação, isolada ou em conjunto, em: imóveis rurais; participação em sociedades que explorem atividades integrantes da cadeia produtiva agroindustrial; ativos financeiros, títulos de crédito ou valores mobiliários emitidos por pessoas físicas e jurídicas que integrem a cadeia produtiva agroindustrial; direitos creditórios do agronegócio e títulos de securitização emitidos com lastro em direitos creditórios do agronegócio; direitos creditórios imobiliários relativos a imóveis rurais e títulos de securitização emitidos com lastro em tais direitos creditórios; cotas de fundos de investimento que apliquem mais de 50% de seu patrimônio nesses ativos. Os Fiagro serão constituídos sob a forma de condomínio aberto ou fechado com prazo de duração determinado ou indeterminado. (Fonte: Agência Câmara Notícias)

“Apesar de 2020, a luta continua”.