Por: Quirino Ribeiro | 1 mês atrás

Teremos a partir de agora menos de 3 semanas recheadas de conversas, ajuste das lideranças políticas recém-eleitas a realizarem a transição de governo e também planejarem o início do mandato que começa em 2021. 

OS NOVOS GOVERNANTES

Tiveram pouco tempo no processo de passagem do comando político-administrativo de um governo para o outro. Além disso, com a crise econômica provocada pela pandemia, a situação fiscal se intensificou e muitas prefeituras tiveram queda no orçamento previsto, fato que exigirá planejamento e decisões assertivas das gestões municipais logo no início do mandato.

EM JOGO A GESTÃO PÚBLICA

A priorização de ações são temas da transição de mandatos, ferramentas para auxiliar as lideranças políticas recém-eleitas.  Planejamento do primeiro ano com foco em finanças. A utilização de dados para a melhoria das finanças municipais. 

O RANKING DE COMPETITIVIDADE 

Dos Municípios e o desafios na busca por melhorias e as ações que devem ser priorizadas no primeiro ano de uma gestão. Esta é a expectativa que todos os municípios têm, pois sem dúvidas é nas cidades que tudo acontece, são os munícipes interessados em todas as ações que lhe dizem respeito e a qualidade de vida que eles e suas famílias terão que dependem das ações dos novos governantes.

NÓS TEMOS UMA PAIXÃO PODE PODER FEDERAL

O governante que centraliza o mando no país atrai nossas atenções como o grande redentor de nossas vidas. Nele depositamos nossas esperanças de dias melhores e consideramos que um ato seu muda e mudará o nosso destino. Uma doce ilusão. O poder não funciona assim.

DEVEMOS FICAR MAIS ATENTOS 

Ao que acontece à nossa volta. Esta condição local em que vivemos que tem seus diferenciais, suas particularidades das demais, merece atenção. A generalização por muitas vezes encobre nossos dilemas locais mais urgentes. Exagera situações do dia a dia como pode aparentar descaso para um problema que temos. A cidade diferencia-se uma das outras, em um país como o Brasil. 

MESMO QUANDO COMPARAMOS 

Santa Catarina e seus municípios, a diferença é gritante. Há singularidades regionais estaduais que precisam ser notadas. Enquanto algumas cidades têm um Índice de Desenvolvimento Humano próximo aos dos municípios europeus, há outros que demonstram proximidade com regiões de risco e baixa renda. 

UMA ELEIÇÃO MUNICIPAL

Deve ser vista como uma escolha mais importante do que as eleições nacionais. Nossa compreensão da realidade local é que permite um posicionamento mais lúcido sobre a relação entre poder público e a vida privada. Nossa dia a dia e os meios físicos e humanos que o estado dispõe para atender nossas necessidades. Na mesma proporção, é na cidade que demonstramos nossa capacidade de nos envolver com os grandes temas sociais a nossa volta. A POSSIBILIDADE DE RESOLVER 

Em definitivo nossos principais problemas está no poder local. Os representantes públicos que têm um contato direto com a população e reagem a ela rapidamente, devido à proximidade. Ao mesmo tempo precisamos ocupar os espaços de cidadania.  Nos organizamos no bairro onde moramos, nas instituições que frequentamos, na vida profissional que temos. 

O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

Responde mais rápido aos nossos interesses na proporção de nossa capacidade de mobilização. Nossa ação para fortalecer as inúmeras coletividades a qual pertenço e a maior de todas, a população da cidade. Temos que exigir direitos, mas também temos que cumprir nossos deveres. Reivindicar é um direito, contudo, vale, cada vez mais, entender o que nos cabe ser e fazer para depois exigir do outro que faça a sua parte.

“Quem muito olha o quintal do vizinho deixa de cuidar do seu”. (Tchesco Marcondes)