Por: Jornal Sul Brasil | 13/07/2020

Desde que retomou as atividades presenciais no seu Departamento de Futebol – na última semana de maio – a Associação Chapecoense de Futebol tem seguido rígidos protocolos a fim de garantir a segurança de todos os colaboradores e, principalmente, de reduzir os riscos de contágio pelo novo Coronavírus. Além dos cuidados diários – como o uso de máscaras, disponibilização de álcool gel e respeito ao distanciamento – o clube tem realizado, de forma frequente, a testagem dos profissionais envolvidos. Para além das determinações e protocolos dos órgãos de saúde, outra medida corriqueira da agremiação é a realização da desinfecção de espaços de uso comum da Arena Condá e do Centro de Treinamentos.

O procedimento – viabilizado através de uma parceria com a empresa ProBR – Divisão For Health – já foi realizado em quatro ocasiões: as primeiras aplicações foram nos dias 16 e 17 de junho, no CT e na Arena Condá, respectivamente. Posteriormente, no dia da partida contra o Avaí, os vestiários ocupados pela Chapecoense, pela equipe visitante e pela equipe de arbitragem passaram por uma nova etapa. Por fim, nesta segunda-feira, os vestiários, a academia e as salas dos departamentos médico e de fisioterapia do CT receberam uma nova bateria de desinfecção.

A medida é realizada a partir da aplicação de um desinfetante a base de Peróxido de Hidrogênio – um dos mais seguros e utilizado, inclusive, em indústrias alimentícias – altamente eficiente contra vírus e bactérias. Para tanto, foi utilizada o equipamento Ultrafog – uma máquina que, através de uma pastilha com vibração de 2,4 milhões de movimentos por segundo, transforma líquido em vapor seco – nanogotículas.

Conforme o Dr. Fabiano Winckler – que integra o Departamento Médico do clube alviverde – o procedimento é fundamental para garantir a sanidade dos espaços que possuem grande circulação de pessoas. “O processo de desinfecção é fundamental para a esterilização do local – principalmente dos departamentos médicos e de fisioterapia do clube. O material utilizado no processo não é nocivo ao ser humano, mas altamente eficiente no combate aos vírus. (…) Tendo em vista as recomendações da ProBR, a Chape seguirá o protocolo de aplicação e utilizará essa tecnologia como mais uma arma contra o Covid-19”.