Por: Jornal Sul Brasil | 1 mês atrás

Neste mês o custo do cesto de produtos básicos registra elevação de 0,31% em relação ao mês passado. Em valores reais, segundo estudo feito pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, em parceria com o Sindicato do Comércio da Região de Chapecó, por meio do Pesquisas Sicom, o preço médio do cesto nos supermercados de Chapecó atualmente é de R$ 1.472,13. Em julho, o valor era de R$ 1.467,58. Na comparação com agosto de 2019, quando o custo monetário do cesto foi de R$ 1.351,34, observa-se aumento de 8,94%.

A pesquisa, realizada nos dias 3 e 4 deste mês, indica que a elevação do valor do cesto de 57 produtos foi puxada pelo pão francês (12,33%), pela banana (10,46%) e pela margarina (8,35%). Embora o preço médio tenha aumentado, alguns produtos tiveram queda em agosto. Os dois principais foram, a batata inglesa, que teve o custo reduzido em 31,58%, e o repolho, em 24,08%.

A pesquisa mostra que os produtos in natura apresentaram queda de 5,62%, enquanto os itens semi-industrializados tiveram aumento de 2,98% no custo e os industrializados de 1,80%. Os artigos de higiene diminuíram de custo 1,84% em agosto e o grupo dos materiais de limpeza subiu 0,61%. Já o grupo de serviços tarifados, como energia elétrica, água e gás de cozinha, registrou aumento de preços na ordem de 0,47%.

Neste mês, uma família chapecoense necessita de 1,41 salários mínimos líquidos para adquirir o cesto de produtos básicos.

Alta também na Cesta Básica

O levantamento conjunto Unochapecó/Sicom também contempla a síntese dos preços de alguns dos principais produtos que formam a cesta básica de 13 produtos. São eles: açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne bovina, farinha de trigo, feijão preto, leite, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

De um custo de R$ 343,15 em julho, a cesta básica passou neste mês de agosto para R$ 348,69, com aumento de 1,61%. Em comparação com agosto de 2019, também há elevação, com a variação de 9,28%.

Uma família chapecoense necessita, neste mês, de 0,33 salários para adquirir a cesta básica.