Por: Jornal Sul Brasil | 30/04/2020

Para auxiliar no enfretamento da crise provocada pelo novo Coronavírus, a Sicredi Região da Produção RS/SC/MG e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Chapecó firmaram parceria com o objetivo de oferecer linha especial de crédito para comerciantes e empresários associados. Nesta semana, em live, o diretor executivo da CDL Chapecó, Jeancarlo Zuanazzie o gerente da agência Sicredi Empresarial, Anderson Fronzaapresentaram ferramentas que contribuem para fomentar as vendas e garantir estabilidade financeira aos empreendedores.  

A Linha de Crédito Coopera oferece suporte aos associados na manutenção da atividade econômica, pois disponibiliza taxas reduzidas e condições diferenciadas para reduzir os impactos financeiros e aumentar o fluxo de caixa de micro e pequena empresa, com crédito limitado até R$ 100 mil por CNPJ. Os comerciantes têm até 180 dias de carência para o pagamento da primeira parcela. Essas condições especiais estão aprovadas até 30 de setembro de 2020.

A consultoria é outra facilidade oferecida pela CDL e a Sicredi. Para melhor administrar as despesas e receitas dos empreendimentos, serão produzidas planilhas de fluxo de caixa.  “Desta forma, é possível nortear os colaboradores na alocação dos recursos para identificar o essencial para cada negócio, evitando a cobrança de juros de um dinheiro desnecessário”, explica Fronza.

Outra facilidade é app “Sicredi Conecta”, uma ferramenta que funciona como vitrine virtual e permite que os associados anunciem seus produtos e serviços de maneira gratuita, segura e de fácil acesso.  O aplicativo pode ser baixado na plataforma do Google Play ou no App Store. “O propósito é desenvolver o comércio local, fazendo a ponte entre as pessoas da região que querem vender algum produto e outras que desejam comprar. É uma alternativa criativa para fomentar os negócios, agregar renda e gerar qualidade de vida”, ressalta Fronza.

O diretor executivo da CDL destacou que a inovação e a tecnologia também são indispensáveis para o enfrentamento da crise. “O e-commerce ficava em segundo plano. Com a pandemia, os empresários aderiram às redes sociais e adaptaram-se às ferramentas online. Porém, desenvolver um software necessita de muito planejamento e investimento. Por isso, o projeto também viabiliza aos empresários o comércio de produtos e serviços por aplicativo, fundamental para a retomada das atividades”, conclui Zuanazzi.