Por: Jornal Sul Brasil | 26/11/2020

Os dirigentes do Sindicato Empresarial das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico da Região de Chapecó (Simec) para o mandato entre 2021 e 2023 foram empossados na manhã desta quinta-feira, 26 de novembro. Tomaram posse os membros titulares e suplentes da diretoria administrativa, conselho fiscal e delegados representantes na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). 

Na abertura da reunião mensal da diretoria, o atual presidente, Adilson Campos, destacou as principais atividades desenvolvidas desde 2018, entre elas a promoção de missões empresariais, visitas técnicas, reuniões setoriais e a assinatura de convenções coletivas compatíveis com o porte das empresas. Citou, ainda, o grande o número de cursos, palestras, reuniões e outras iniciativas voltadas para o aperfeiçoamento do empresário associado e de seus colaboradores. Adilson lembrou que as atividades ocorreram presencialmente até que o coronavírus obrigou a proceder adequações, o que fez com que o Simec se adaptasse rapidamente com a realização de vários eventos em ambiente on-line.

Outro fato destacado foi a passagem dos 32 anos do Simec, a serem completados no próximo dia 5 de dezembro. Para o atual presidente, todas as tratativas conduzidas “foram além dos interesses empresariais, mas também da comunidade em geral”. Ele também agradeceu aos dirigentes pela participação no trabalho desenvolvido.

Cenário Político-Econômico

Ao tomar posse o novo presidente do Simec, Nei Roberto Hermes, agradeceu aos componentes da nova gestão “pela confiança e a generosidade em atuar em prol da entidade e do segmento”. Também conclamou os diretores, conselheiros, delegados regionais e diretores setoriais para “o empenho máximo na construção e execução das ações para o aprimoramento, defesa e fortalecimento do setor”. Além disso, lembrou das incertezas geradas pela pandemia do coronavírus, as dificuldades enfrentadas e indicou a continuidade da busca pela manutenção e prosperidade das empresas.

O novo presidente disse esperar, no ambiente político-econômico nacional, pelos desdobramentos das reformas administrativa e tributária. Argumentou que essas mudanças precisam trazer “alívio nos gastos públicos e um cenário menos complexo, com redução do número e também do percentual de tributos”.